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As três palavras mais caras no gerenciamento de indústrias florestais

setembro 12, 2019
Author: Marcelo Schmid

Há um velho ditado sobre as três palavras mais caras no mundo dos negócios: "Sempre fizemos assim". É um aviso de que o sucesso ocorrido no passado não é garantia de sucesso para o futuro, especialmente em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia.

A cadeia produtiva florestal pode parecer alheia às complexidades que acompanham o mundo tecnológico, pois o processo produtivo se resume em: i. Manejar e colher árvores; ii. Transportar árvores para uma fábrica onde elas serão transformadas em produtos de madeira. Replante e repita as etapas i e ii.

Embora seja improvável que o processo em si mude, sempre há um grande espaço para melhorias no processo. Desde aprimoramentos genéticos avançados em mudas de árvores que maximizam o volume de madeira, equipamentos que colhem florestas com mais eficiência em menos tempo, até automação de fábricas e inteligência de negócios que otimizam o processo de fabricação: a tecnologia faz parte da cadeia de suprimentos florestal moderna.

Em um processo de fabricação em que até 75% do custo do produto acabado pode ser atribuído aos custos de matéria-prima (madeira), o que aconteceria se o "sempre fizemos assim" se tornasse a linha de base da empresa?

 

Benchmark: A chave para melhoria

Frequentemente, avaliamos o desempenho determinando se um processo, produto ou serviço específico está entre os top 10 melhores do mesmo ramo. O benchmark, nesse aspecto, é a maneira mais eficaz de avaliar o desempenho. Ele permite que a empresa identifique sua posição no mercado e descubra as ineficiências e suas causas, permitindo desenvolver e implementar soluções estratégicas.

Mas como alcançar um desempenho verdadeiramente superior? Focando nos detalhes, nos centavos e em incremento. Na cadeia produtiva florestal, até mesmo uma melhoria de 1% pode causar um tremendo impacto na rentabilidade. Anualmente, uma serraria de grande porte no Brasil consome cerca de 600.000 toneladas de madeira e uma fábrica de celulose de grande porte consome mais de 5 milhões de toneladas. Ao comprar matéria-prima nessa escala, uma melhoria de 1% pode ter um impacto significativo.

O banco de dados da Forest2Market do Brasil é composto por dados reais de transações e possibilita que os clientes tenham acesso a dados de preços de matérias-primas mais exatos e precisos disponíveis – em nível de centavos. Usando nossos benchmarks e relatórios, nossos clientes podem identificar ineficiências individuais de componentes de custo em suas cadeias de suprimentos, incluindo origem, destino, volume, preço, espécie, produto e uma série de outros atributos exclusivos de cargas individuais de madeira. Eles podem usar essa inteligência de mercado para implementar novas estratégias, eliminar ineficiências e rastrear melhorias ao longo do tempo. A Forest2Market do Brasil também tem especialistas disponíveis para ajudar a interpretar os dados e implementar estratégias baseadas na tomada de decisões orientada por esses dados.

 

Estudos de caso

Imaginemos uma serraria brasileira de grande porte, onde a madeira em pé é o maior componente de custo (aproximadamente a metade). No entanto, sabendo que não é possível mexer no custo da madeira em pé, promovemos uma redução de 1% no custo médio do frete (R$ 0,003 / tonelada), o que resultaria em R$ 123.420,00/ano em economia.

Por outro lado, se conseguíssemos promover uma redução média de 1% em todos os componentes de custo (madeira em pé, colheita e frete), as medidas de corte combinadas totalizariam uma economia de quase R$ 627.420,00 por ano, conforme observado no gráfico abaixo.

 

Brazil_SCOP_1

*Fábricas com um consumo médio de 600 mil toneladas ao ano

 

Ao analisar cada componente do preço da madeira entregue para uma grande fábrica de celulose, as pequenas diferenças podem representar uma economia muito significativa. Por exemplo, uma redução de 1% no custo médio do frete (somente R$ 0,003 / tonelada) equivaleria a R$ 2,5 milhões em economia ao ano. Essa constatação nos faz enxergar que uma redução de meio quilômetro na distância média de transporte pode contribuir para uma economia total de R$ 3,3 milhões por ano, neste caso.

Promovendo o mesmo nível de redução (1%) nos demais componentes de custo da madeira entregue em uma grande fábrica de celulose conseguiríamos economizar cerca de R$ 6 milhões ao ano, conforme mostra o gráfico abaixo. Uma redução média de 3%, por exemplo, levaria à uma economia de 18 milhões de reais!

 

Brazil_SCOP_2
*Fábricas com um consumo médio de 5,0 milhão de toneladas ao ano

 

Evitando armadilhas

Como ilustrado acima, cada centavo importa. Embora não exista uma solução fácil e única para todas as indústrias, é importante fugir do gerenciamento passivo e da incapacidade de reagir aos sinais do mercado que geram lucratividade. Um processo contínuo de aprimoramento que envolve coletar os conjuntos de dados corretos, analisar esses dados e agir com base nesses dados é o caminho certo para um bom desempenho.

Embora as margens dos fabricantes de produtos de madeira tenham demonstrado uma volatilidade significativa ao longo do ano passado, a redução do custo das matérias-primas é a chave para competir no mercado global atual - especialmente no atual clima econômico e comercial, tão imerso em incertezas. Uma fábrica consumidora de madeira que entende os elementos variáveis ​​de seu maior custo de insumos - bem como sua posição no mercado - está em uma posição muito melhor para desenvolver uma estratégia bem-sucedida da cadeia de suprimentos e evitar ser vítima das três palavras mais caras nos negócios.

 

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